Vida Sexual Feminina: Como a estética genital pode interferir

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Desde a infância a mulher vive um dilema em relação à sua aparência. Campanhas como a Dove Retratos da Real Beleza, por exemplo, mostram que o outro sempre nos vê mais bonitas do que realmente nos enxergamos.

O que ocorre é que a sociedade, a mídia e a moda ditam os padrões de beleza e agora até ousam dizer como a região íntima da mulher deveria ser e isso, muitas vezes, mexe com a nossa autoestima.

Mas você não é a única. Muitas mulheres passam por isso devido à insatisfação com a própria estética genital. E quando você se sente insegura, isso reflete na sexualidade e seus relacionamentos e sua autoestima podem ser prejudicados.

Se por um lado a mulher não deve ouvir a mídia sobre qual o padrão ideal de estética genital, por outro, é importante entender sobre o assunto, se realmente há queixas verdadeiras a respeito e se é o caso de você realmente se preocupar sobre isso. Afinal, o autoconhecimento envolve sua mente, seu espírito e também seu próprio corpo.

Que tal  um desafio aqui? Olhe atentamente para seu corpo procurando se conhecer melhor e saber como funciona seu organismo.

Vida sexual feminina: principais queixas das mulheres

É comum as pessoas acharem que tratamento íntimo envolve apenas a estética genital. Pelo contrário! Alguns desconfortos durante o ato sexual podem esconder problemas que as mulheres nem desconfiam que existem e que há solução para eles. Confira os principais:

  • Pequenos lábios muito grandes e compridos e flacidez dos grandes lábios, causando alto constrangimento e, até mesmo, dores durante a relação sexual;
  • Alargamento, flacidez ou relaxamento vaginal: diminuição da libido;
  • Escurecimento da região perineal e virilhas: constrangimento e isolamento social, principalmente nas estações quentes;
  • Ressecamento vaginal: perda de desejo sexual e dor durante a relação sexual;
  • Atrofia vulvovaginal: ressecamento vaginal, coceira, dor durante a relação sexual, infecções, incontinência urinária, que é a perda de urina sem querer.

Em uma reportagem do portal UOL, foram citados alguns dos muitos casos de mulheres que sofreram com essas situações. Uma das entrevistadas, por exemplo, contou que, aos 14 anos, não trocava de roupa na frente das amigas nem da mãe devido ao constrangimento que sentia pela hipertrofia dos pequenos lábios. Outra mulher teve o mesmo problema e, além de tudo, sentia dores durante a relação sexual, pois o excesso de pele entrava no canal vaginal durante a penetração.

Eu também ouvi algumas histórias:

Caso 1 – A paciente desfilava em uma escola de samba e usava como parte da fantasia uma meia calça do tipo arrastão. Durante  o desfile, o pequeno lábio que era hipertrófico [muito grande e comprido] enroscou na trama da meia e a medida que ela dançava, sofreu pequenos cortes. Doeu e sangrou. Foi horrível, segundo ela, e foi assim que se decidiu a procurar ajuda. Ela fez uma Ninfoplastia (também conhecida como Labioplastia), cirurgia de pequeno porte, com anestesia local e, segundo a paciente, foi a melhor coisa que já fez na vida.

Caso 2 – Uma moça portadora de um pequeno lábio tão grande que ocupava espaço na roupa íntima, aos 14 anos, foi vista trocando de roupa por uma colega na escola. Em seguida, surgiram boatos de que ela era na verdade um homem pois tinha uma genitália masculina. Sofreu muita discriminação, perdeu o namorado e entrou em depressão. Após ser submetida a uma cirurgia íntima, aos 17 anos, diz que reviveu e tem sua vida de volta.

Atualmente, a medicina oferece diversas opções de tratamento íntimo, que podem ser mais invasivos ou menos invasivos. Sobre novos procedimentos a laser, recomendamos esse artigo aqui.

As opções de tratamentos íntimos para estética genital

As mulheres citadas na reportagem do UOL e as minhas pacientes, optaram pela cirurgia, no entanto, essa deve ser uma possibilidade bem planejada junto com o médico especialista. O laser tem se mostrado um aliado do tratamento íntimo em diversas opções, ajudando o desenvolvimento da vida sexual feminina.

Para fins estéticos atua da seguinte maneira:

  • Devolução do volume de tecido perdido na região íntima (devido à flacidez);
  • Remoção do excesso de tecido (ninfoplastia ou labioplastia);
  • Clareamento da região (devido a gestação – principal causa -, ao uso de alguns suplementos, disfunção hormonal e envelhecimento).

Ainda se apresenta como tratamento para casos de:

Agora você entende que nem tudo relacionado à tratamento íntimo feminino se resume à estética? Cada caso é um caso, por isso é valioso estar bem informada para conhecer seu próprio corpo e sua saúde íntima.

Interessou-se pelo assunto e quer saber mais sobre vida sexual feminina e o tratamento a laser? Baixe este e-book e tire todas as suas dúvidas!

Tratamento Íntimo a Laser - Rejuvenescimento Íntimo

Dra. Valéria do Lago Pareja Guerra

A ginecologista Valéria do Lago Pareja Guerra atua na Clínica Valéria Guerra, que fica em Dourados, MS. Seu contato é (67) 3422-3703. Também é possível entrar em contato pelo celular ou Whatsapp no número (67) 99972 1216.
Ela oferece o tratamento íntimo com LASER ATHENA.

Sua formação inclui:

- Medicina pela Faculdade Evangélica de Medicina do Paraná
- Residência Médica em Ginecologia e Obstetrícia pelo Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná
- Titulo de especialização em Ginecologia e Obstetrícia - Mato Grosso do Sul
- Formação em Videolaparoscopia Ginecológica
- Pós-graduação em Medicina Estética pela Fundação de Apoio a Pesquisa e Ensino em parceria com a Faculdade de Ciências de São Paulo FAPES/ FACIS
- Docente do Curso Médico de Cosmetoginecologia Gynelaser - Brasília DF

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A ginecologista Valéria do Lago Pareja Guerra atua na Clínica Valéria Guerra, que fica em Dourados, MS. Seu contato é (67) 3422-3703. Também é possível entrar em contato pelo celular ou Whatsapp no número (67) 99972 1216. Ela oferece o tratamento íntimo com LASER ATHENA. Sua formação inclui: - Medicina pela Faculdade Evangélica de Medicina do Paraná - Residência Médica em Ginecologia e Obstetrícia pelo Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná - Titulo de especialização em Ginecologia e Obstetrícia - Mato Grosso do Sul - Formação em Videolaparoscopia Ginecológica - Pós-graduação em Medicina Estética pela Fundação de Apoio a Pesquisa e Ensino em parceria com a Faculdade de Ciências de São Paulo FAPES/ FACIS - Docente do Curso Médico de Cosmetoginecologia Gynelaser - Brasília DF

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