Métodos contraceptivos: conheça os principais

Métodos contraceptivos

Para evitar uma gravidez, muitas mulheres fazem uso de métodos contraceptivos. Conforme dados do IBGE, mais da metade das brasileiras utilizam a pílula, no entanto, diante de cada reação do corpo a esse método, as mulheres precisam encontrar aquele mais adequado.

Apesar de a pílula representar benefícios para mulheres saudáveis, como a diminuição da oleosidade da pele, controle de cólicas menstruais, redução de pelo corporal, tratamento de polimicrocistos e até prevenção da anemia, alguns grupos podem requerer o uso de outros métodos, como hipertensas, diabéticas, obesas e tabagistas.

E para te ajudar a conhecer outras opções de contraceptivos, listamos os principais e explicamos como eles funcionam. Mas, lembre-se, é importante buscar acompanhamento ginecológico para adotar o método mais adequado.

Anel vaginal

O anel vaginal é feito de uma espécie de silicone e deve ser colocado na vagina, pela própria usuária, em formato de 8 no 5º dia da menstruação, durante 21 dias. Ele libera gradativamente estrogênio e progestagênio, que inibem a ovulação. O anel não interfere nas relações sexuais, e a maioria das mulheres que o utilizam não relatam desconforto durante a relação.

Seus efeitos colaterais são pequenos (sangramento de escape, cefaleia e outros). O anel não pode ser utilizado durante a amamentação ou por mulheres que apresentam algumas doenças, como hipertensão, diabetes, doenças no fígado, câncer de mama e outras.

DIU e SIU

O DIU (Dispositivo intrauterino) e o SIU (Sistema intrauterino ou DIU Hormonal) são métodos contraceptivos muito utilizados pela comodidade, já que protege a mulher durante 5 a 10 anos. Eles são inseridos por médicos dentro do útero e tornam o local hostil aos espermatozóides, não permitindo que cheguem ao óvulo.

O DIU é feito de cobre e não possui nenhum tipo de hormônio. Recentemente foi lançado o DIU mini, igualmente interessante pois trata-se de um dispositivo especialmente fabricado para mulheres que ainda não tiveram filhos e que frequentemente expulsavam o diu de tamanho normal.

Já o SIU libera hormônio progestagênico, que inibe o crescimento do endométrio. Por isso, o SIU é bem indicado para mulheres com endometriose.

Anticoncepcional injetável

Os métodos contraceptivos injetáveis combinam estrogênio e progestagênio (mensal) ou somente progesterona sintética (trimestral). A injeção deve ser aplicada no glúteo ou nos braços. Ela possui o mesmo mecanismo de ação das pílulas anticoncepcionais, suspendendo a ovulação, reduzindo a espessura do endométrio.

Por conter somente progesterona, a injeção trimestral é indicada para mulheres cujo uso de estrogênio não é indicado ou desejado. Ideal também para mulheres com déficit intelectual ou adolescentes que não conseguem ser disciplinadas para ingestão diária de pílulas.

Pílula anticoncepcional

Um dos métodos contraceptivos mais utilizados do mundo, a pílula anticoncepcional é tomada via oral e, por meio da combinação de hormônios, inibe a ovulação e modifica o muco cervical, tornando-o hostil ao espermatozoide.

Ela possui vários tipos, sendo as mais receitadas a pílula monofásica (estrogênio e progesterona na mesma dosagem), minipílula (somente progesterona), multifásica (combinação hormonal com diferente dosagem).

Além desses 4 principais métodos contraceptivos, podemos citar ainda:

  • Adesivo: colado na pele semanalmente por 21 dias, o adesivo libera gradativamente estrogênio e progestagênio;
  • Diafragma: anel flexível introduzido na vagina entre 15 e 30 minutos antes da relação, devendo ser retirado 6 a 8 horas depois.
  • Camisinha: é uma proteção contra DST. A camisinha feminina é introduzida como o diafragma.
  • Implante: pequena cápsula introduzida embaixo da pele, que libera doses de progestagênio na circulação gradativamente.
  • Espermaticida: substância que destrói e imobiliza os espermatozoides durante a relação sexual. Podem ter forma de creme, gel, spray, supositórios e espumas, e devem ser introduzidos na vagina antes do ato.

O uso de qualquer um dos métodos contraceptivos deve ser feito mediante consulta e acompanhamento médico. O ginecologista é o único profissional capaz de avaliar o caso específico de uma mulher, especialmente considerando que os métodos possuem contra indicações que se aplicam à determinadas condições.

Quer aprender mais sobre sua saúde íntima? Acompanhe outros artigos do blog.

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Dra. Valéria do Lago Pareja Guerra

A ginecologista Valéria do Lago Pareja Guerra atua na Clínica Valéria Guerra, que fica em Dourados, MS. Seu contato é (67) 3422-3703. Também é possível entrar em contato pelo celular ou Whatsapp no número (67) 99972 1216.
Ela oferece o tratamento íntimo com LASER ATHENA.

Sua formação inclui:

- Medicina pela Faculdade Evangélica de Medicina do Paraná
- Residência Médica em Ginecologia e Obstetrícia pelo Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná
- Titulo de especialização em Ginecologia e Obstetrícia - Mato Grosso do Sul
- Formação em Videolaparoscopia Ginecológica
- Pós-graduação em Medicina Estética pela Fundação de Apoio a Pesquisa e Ensino em parceria com a Faculdade de Ciências de São Paulo FAPES/ FACIS
- Docente do Curso Médico de Cosmetoginecologia Gynelaser - Brasília DF

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